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30 março 2023

BIBLIOTECA FORA DE PORTAS…

11:22 // by Biblioteca Escolar António Nobre // No comments

 



     O Porto de Camilo Castelo Branco

 

“Se aceitarmos que as cidades mais verdadeiras são as que inventamos, porque subsistem na memória mesmo que tudo o mais desapareça, façamos uma incursão, ainda bem real, através do Porto do Romantismo, regredindo no tempo até ao período entre os anos vinte e setenta [do século XIX]. É uma viagem surpreendente, a um burgo simultaneamente dentro e fora do tempo, um passeio mágico onde temos o privilégio de sermos guiados por figuras de monta como Camilo Castelo Branco, Ramalho Ortigão, Arnaldo Gama, Júlio Dinis, Teixeira de Vasconcelos e o próprio Garrett, que também quis marcar presença…”

Hélder Pacheco

 “Estou triste. Aproxima-se a hora de deixar para sempre esta terra, onde, a par de muitos dissabores, experimentei alegrias instantâneas. Não é da gente que tenho saudades. É de não sei quê…”

Camilo Castelo Branco

“O Porto é a cidade de Camilo. Está nas suas novelas, como nos Lusíadas o mar, e o Adão na Bíblia. […]” 

Teixeira de Pascoaes

A Biblioteca António Nobre organizou, no dia 29 de março, uma visita ao Porto de Camilo Castelo Branco. Nesta visita de estudo, os alunos do 11.º B e várias professoras calcorrearam ruas e visitaram espaços da cidade do Porto que estão intimamente ligados à vida e à obra de Camilo Castelo Branco.







Os livros salvam-nos!

11:14 // by Biblioteca Escolar António Nobre // No comments




        Janela do investigador Lev Shevchenko em Kiev. Os livros servem para evitar que o vidro estilhace para dentro de casa, em caso de bombardeamento.


“Só um livro é capaz de fazer a eternidade do mundo.”

                                                                                Eça de Queirós


Os livros salvam-nos!


29 março 2023

Ler é espantar-se continuamente…

11:42 // by Biblioteca Escolar António Nobre // No comments

       

    


         Ler é espantar-se continuamente…

        Nesta SEMANA DA LEITURA, a Biblioteca António Nobre, na ESBN, tem um cantinho especial para a leitura informal.

        Apareça! Escolha um livro e espante-se!


28 março 2023

Visita a Biblioteca da tua escola! Requisita um livro!

12:43 // by Biblioteca Escolar António Nobre // No comments




 

"O livro é a grande memória dos séculos. Se os livros desaparecessem, desapareceria a história e, seguramente, o homem."

                                                                                                                                                              Jorge Luís Borges

22 março 2023

Porque todos podemos fazer a diferença!

11:28 // by Biblioteca Escolar António Nobre // No comments

        


        

        Falando com afeto, na ESBN – a Escola dos Afetos, Catarina Furtado não deixou os nossos alunos indiferentes. 

        Partilhando experiências marcantes da sua atividade enquanto Embaixadora de Boa Vontade da ONU, Catarina transmitiu o desejo de ver os jovens fazerem a mudança necessária para a construção de um mundo melhor, salientando, igualmente, a esperança nesta geração de 1,8 mil milhões de jovens, a maior geração de jovens de sempre.


        E nós acreditamos neles! E vamos todos fazer a nossa parte!

        Obrigada, Catarina!


















DIA MUNDIAL DA POESIA

10:56 // by Biblioteca Escolar António Nobre // No comments


 

  

O Dia Mundial da Poesia comemora-se anualmente, a 21 de Março, data implementada em 1999, na 30.ª Conferência Geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO).

        Com a implementação deste dia pretende-se destacar a importância da poesia enquanto manifestação artística comum a toda a Humanidade. Celebra-se também a criatividade, a pluralidade linguística e cultural, o bom uso das palavras, a inovação, promovendo-se o ensino e a declamação da poesia.

        Na ESBN, ofereceu-se poesia! 

        A poesia esteve em festa! Celebraram-se as palavras, os poemas e os seus autores! 


O poeta

Foi visto
(diversas vezes) com uma 
caneta na mão. Nem 
tentava disfarçar. Sentava-se à mesa consigo
(sempre
cingido de livros) e escutem: 
o que fazia era 
escrever poemas. Sei muito bem o que digo.
Ele fazia poemas. Os outros 
passavam ao largo
(fugindo a qualquer pergunta) ele nem 
sequer escondia o que ali estava a fazer. Ali 
à frente de todos. Linhas e linhas escritas.
Não se limitava apenas a viver a sua vida.
Sei muito bem o 
que digo. Aquilo eram 
poemas.

                                         João Luís Barreto Guimarães