"Engenheiros do futuro"
7 de maio e 2026
"Engenheiros do futuro"
7 de maio e 2026
Dia Mundial da Língua Portuguesa
5 de maio de 2026
Dia Mundial da Língua Portuguesa
5 de maio de 2026
DIA MUNDIAL DA LÍNGUA PORTUGUESA
5 de maio
A língua portuguesa tem mais de 800 anos de história documentada. A nossa língua, com raízes no galaico-português falado desde o século IX, evoluiu do latim vulgar e é, hoje, a língua oficial em nove países e, igualmente, partilhada pela região administrativa de Macau. É, pois, uma língua de grandes legados, de grandes afetos, é uma língua viva, dinâmica e que vai sendo moldada pelos seus falantes que são mais de duzentos e sessenta milhões. É a quinta língua mais falada do planeta!
Tratemos muito bem a nossa língua portuguesa!
Livros, livros, livros...
Livros, livros, livros... porque os livros são importantes!
Já elaboramos a nova lista de aquisições com as propostas de muitos alunos e professores da ESBN.
Obrigada, a todos/as quantos deixaram a sua sugestão!
Em breve teremos mais novidades!
A beleza da arte em papel
E a arte não nos deixa indiferentes!
A beleza deste balão, exposto na entrada da ESBN, encanta quem por lá passa! Faz-nos sonhar e voar mesmo sem asas...
É obra do artista Luciano Brito que trabalha o papel como ninguém!
Que bela homenagem ao escritor José Saramago!
José Saramago - cidadão
Numa palestra / diálogo, quinta-feira, 23 de abril, falamos sobre José Saramago - cidadão, mas também sobre a importância da arte e de como as diferentes artes se podem entrecruzar, completar, enfim, dialogar.
E, por isso, o encontro teve momentos diferentes: um primeiro momento musical, com o Rodrigo Geraldes, depois uma bela síntese que define Saramago, com o Nicolas Gaspar. Em seguida, uma conversa com a Dra. Fátima Matos, da Associação Ar Evento, que privou de perto com José Saramago e veio partilhar essa sua experiência, e ainda dois artistas plásticos (Marco Dias, pintor e Luciano Brito, artesão com papel). Esta conversa pretendeu destacar, sobretudo, o facto de Saramago ser um escritor que dizia “Vivo desassossegado, escrevo para desassossegar.”, uma pessoa que sempre se preocupou com a condição humana, que nunca aceitou a resignação nem a negligência e que sempre lutou pela liberdade. Um homem solidário e generoso. Um homem preocupado com o outro.
E todas estas características foram salientadas até porque temos, cada vez mais, de as valorizar.
Não nos deixemos conformar, façamos como Saramago e “vivamos desassossegados”, tornemo-nos mais humanos. Essa será a nossa grande tarefa, a grande tarefa dos jovens, quase adultos...
E porque a música cura a alma (pensemos em Blimunda) e sempre nos eleva, deixamo-nos, então, atingir pela elevação da música e pela força das palavras que foram proferidas.
25 de Abril 2026
Celebrar Abril é
celebrar a LIBERDADE!
É dizer não à
resignação, à negligência, ao conformismo. É dizer sim à solidariedade, à
dignidade humana, à HUMANIZAÇÃO.
Não nos esqueçamos nunca que a Liberdade conquistada
precisa de ser alimentada e que os valores de Abril não podem ser esquecidos.
Este ano, Portugal celebra o 52.º aniversário da revolução
e o 50.º da Constituição da República Portuguesa.
No Dia Mundial do Livro, SARAMAGO
Dia Mundial do Livro 2026
23 de abril
Dia Mundial do Livro
23 de abril
“O livro é, sobretudo, um recipiente onde o tempo repousa. Uma prodigiosa armadilha com a qual a inteligência e a sensibilidade humana venceram essa condição efémera, fluente, que levava a experiência do viver para o nada do esquecimento.”
Emilio Lledó. Los libros y la libertad.
José Saramago - cidadão
Amanhã, 23 de abril, em vésperas do 25 de Abril e no Dia Mundial do Livro, a Escola Secundária da Boa Nova recebe, no seu auditório, pelas 15:15horas, a Dra. Fátima Matos, da Associação Ar Evento, e os artistas plásticos Marco Dias e Luciano Brito, para uma conversa/diálogo sobre José Saramago - cidadão.
Apareça!
Encontro com o escritor Pedro Rodrigues
Mais um encontro com um escritor… e, esta quarta-feira, o escritor foi Pedro Rodrigues.
Pedro Rodrigues é um jovem escritor (ainda não tem 40 anos) que nasceu na Figueira da Foz.
Estudou engenharia civil, mas cedo percebeu que não era isso que verdadeiramente queria.
Criou um blogue – “Os Filhos do Mondego” – e tornou-se conhecido no mundo digital. É tradutor, é ilustrador e disse: "a arte sempre me trouxe alegria".
Publicou, em 2019, o seu primeiro romance, “Deve ser Primavera algures” – título bem sugestivo, a que se seguiram outros, como, por exemplo, “Amor de pechisbeque”, “Alice do lado errado do espelho”, A Mar” e, recentemente, "O que cede em silêncio". Sobre os seus livros partilhou "não seguem um padrão, mas partem do real conhecido para a ficção".
Hoje, é já um autor com marca no panorama da literatura portuguesa da atualidade.
Pedro Rodrigues esteve na Biblioteca da ESBN para falar com mais de cem alunos e partilhar a sua experiência de leitor e de escritor, pois um bom escritor é, certamente, um grande leitor.
Obrigada, Pedro Rodrigues, por ter vindo à ESBN.
Obrigada à Biblioteca Municipal Florbela Espanca por nos ter proporcionado mais este encontro.
Encontro com um escritor...
Mais um encontro com um escritor...
Pedro Rodrigues estará na Biblioteca António Nobre, quarta-feira, dia 15 de abril, pelas 10:30, para conversar com alunos do 10.º ano, da ESBN.
Apareça!
Porque escrever é importante, a voz aos artistas...
A ESBN no LeV- Literatura em viagem
LeV - Literatura em viagem
"Mais importante do que o destino é a viagem."
Eduardo Lourenço
LeV- Literatura em viagem 2026 regressa a Matosinhos e faz a festa da literatura, das palavras…
De 10 a 19 de abril, serão muitos os escritores que passarão pelo palco da Biblioteca Municipal Florbela Espanca para o diálogo entre diferentes figuras do panorama cultural contemporâneo. Aqui se cruzarão pensamentos e reflexões sobre a atualidade e as questões que estão, hoje, na ordem do dia política, económica e culturalmente falando.
Não deixe de aparecer!
A entrada é gratuita!
EÇA DE QUEIRÓS - 180 anos do seu nascimento
A música está sempre presente!
E a Festa da Poesia continua na Biblioteca António Nobre!
Mais poesia, mais leitura, hoje, com os alunos da Sala de Apoio à Aprendizagem.
Depois de uma leitura expressiva do poema Primavera, de Miguel Torga, os alunos da Sala de Apoio à Aprendizagem falaram sobre esta bela estação do ano, que sempre nos convida à renovação e nos ajuda a manter a esperança num amanhã melhor, tendo feito, depois, uma trabalho manual alusivo à época: pássaros e flores invadiram a Biblioteca António Nobre!
Que outros livros gostaria de ter na nossa Biblioteca?
Os dias cresceram, há mais tempo para ler e a Biblioteca António Nobre incentiva os alunos da ESBN a fazerem propostas para a aquisição de novos títulos.
Para isso, existe uma caixa, na BE, na qual pode deixar as suas sugestões!
Não deixe de participar!
Celebrando a Poesia na Escola Secundária da Boa Nova
Concurso Local de Leitura - Prova concelhia
Dia vinte de março, sexta-feira, nas instalações da Câmara Municipal de Matosinhos, teve lugar o Concurso Local de Leitura e fez-se a festa da leitura . Alunos dos diferentes níveis de ensino das escolas do concelho (82 alunos, este ano) mostraram a sua competência leitora, primeiro numa prova escrita e depois numa prova oral, perante um júri e uma plateia entusiasmada.
Os alunos envolvidos estão todos de parabéns!
A Ana Beatriz Vaz e o João Luís Martins, do 7.º B e 11.º D, respetivamente, sobressaíram e passaram à última fase do concurso, tendo a Ana Beatriz conquistado o segundo lugar, do 3.º ciclo do ensino básico.
Poesia pela Paz!
Como os tempos que correm parecem ter esquecido a sua importância …
ODE À PAZ
Pela verdade, pelo riso, pela luz, pela beleza,
Pelas aves que voam no olhar de uma criança,
Pela limpeza do vento, pelos atos de pureza,
Pela alegria, pelo vinho, pela música, pela dança,
pela branda melodia do rumor dos regatos,
Pelo fulgor do estio, pelo azul do claro dia,
Pelas flores que esmaltam os campos, pelo sossego, dos pastos,
Pela exatidão das rosas, pela Sabedoria,
Pelas pérolas que gotejam dos olhos dos amantes,
Pelos prodígios que são verdadeiros nos sonhos,
Pelo amor, pela liberdade, pelas coisas radiantes,
Pelos aromas maduros de suaves outonos,
Pela futura manhã dos grandes transparentes,
Pelas entranhas maternas e fecundas da terra,
Pelas lágrimas das mães a quem nuvens sangrentas
Arrebatam os filhos para a torpeza da guerra,
Eu te conjuro ó paz, eu te invoco ó benigna,
Ó Santa, ó talismã contra a indústria feroz.
Com tuas mãos que abatem as bandeiras da ira,
Com o teu esconjuro da bomba e do algoz,
Abre as portas da História,
deixa passar a Vida!
Natália Correia, in Drujba - Amizade, revista da Associação Portugal-Bulgária, Julho/Setembro de 1989
Dia Mundial da Poesia
21 de março
O Dia Mundial da Poesia celebra-se, todos os anos, a 21 de março desde 1999, ano em que esta celebração foi criada pela Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) na sua 30.ª Conferência Geral, tendo como objetivo promover a leitura e a escrita e, claro, divulgar a poesia até porque esta é um fator fundamental para a divulgação de valores essenciais para a nossa humanidade.
E como não há poesia sem poetas, fica aqui a informação: o Dia do Poeta celebra-se a 20 de outubro.
Primavera é sinónimo de recomeçar...
A Primavera em 2026 no hemisfério norte, o hemisfério em que Portugal se encontra, inicia-se oficialmente no dia 20 de março às 14h45 (hora de Lisboa).
E Primavera é sinónimo de recomeçar…
Temos mais sol, dias maiores, a natureza que se renova com flores a desabrochar, o chilrear dos pássaros e a esperança que renasce…
E se temos dias maiores, também temos mais tempo para ler...
Então, aqui ficam uns belos poemas que evocam a PRIMAVERA até porque o Dia Mundial da Poesia se aproxima!
"Abre-te, Primavera!
Tenho um poema à espera
Do teu sorriso.
Um poema indeciso
Entre a coragem e a covardia.
Um poema de lírica alegria
Refreada,
A temer ser tardia
E ser antecipada.
Dantes, nascias
Quando eu te anunciava.
Cantava,
E no meu canto acontecias
Como o tempo depois te confirmava.
Cada verso era a flor que prometias
No futuro sonhado…
Agora, a lei é outra: principias,
E só então eu canto confiado."
Miguel Torga
SEMANA DA LEITURA 2026
O desenvolvimento/domínio das competências de leitura e de escrita continua a ser uma das prioridades da Biblioteca António Nobre como deve ser o de qualquer biblioteca.
O estímulo à leitura é um desafio permanente e ao qual a BE tenta responder com práticas consistentes que passam pela implementação de atividades diversas e apelativas, mas também pelo trabalho colaborativo com os professores da ESBN, tendo sempre em consideração o perfil dos diferentes alunos da comunidade educativa.
Visite a Biblioteca António Nobre!
Esteja atento às atividades que serão desenvolvidas!
Teremos leitura e música na BE!
A inspiração continua...
A inspiração continua e os textos surgem...
Um banco num parque junto da igreja.
Vazio. Frígida noite a que se aproxima.
Não há uma única nuvem que seja,
Não há também quem olhe para cima.
A noite anterior foi como esta
E a seguinte será também assim.
Os cabos meandram pela relva que resta,
A que não queimou neste jardim.
A brisa lê de uma bíblia em aberto,
Que a lua ilumina em seu esplendor
Sussurra a missa ao cemitério coberto
Pelas pétalas do marcador.
Ululam gaivotas que caíram dos céus
Por voarem tão alto como bombas.
Ululam aqueles que perderam os seus
E viveram para ver as sombras.
Idosos sem voz respiram amianto
Do qual foi feito o seu velho teto,
Órfãos choram o mesmo pranto
Que Pais sem filho e avós sem neto.
O sol nascerá e trará mais saudade,
O sol pôr-se-á e criará um suicida.
Não existe bem, não existe igualdade,
Somos vis, seres maus à partida,
Somos fracos em individualidade,
borboletas no furacão da vida.
Diogo Alves
Eles partem, mas há sempre algo que perdura...
Eles partem, mas há sempre algo que perdura e a ligação entre professores e alunos é um bom exemplo disso. Por isso, o Diogo Alves, agora aluno na FEUP, continua a enviar textos de sua autoria à professora Maria José Costa, textos que a Biblioteca António Nobre publica no seu blogue com imenso prazer, acompanhando o voo da escrita deste jovem.
O poema que hoje partilhamos foi inspirado pela guerra no Golfo.
Obrigada, Diogo, pela partilha!
Não vês a sombra da chuva,
É rara a gota que a tem.
Parece temer quem a louva
E cai onde a nota ninguém.
Prefere os rios sem foz
Que se entrelaçam como lhes convém
Entretanto, seca-se a voz
Das terras moribundas d'além.
Não vês a sombra da lágrima
Que já não pertence a um só:
Nos cantos da boca se firma
E caindo é parte do pó.
Foi um filho para a guerra
Com os olhos a lacrimejar,
Para uma longínqua terra
Onde fará mais mães chorar.
A sombra da água que se agrega
Chegará em ondulações barulhentas,
Em camadas geladas de vingança cega,
Num turbilhão de ações violentas.
Doces são os rios que roubas e o sangue que espalhas.
Salgados são os mares que destróis e altas as tuas muralhas.
Verdes são as florestas que matas e o dinheiro que ganhas
Por nos extorquir, violar, escravizar, viciar nas tuas manhas.
Da nossa água bebes, a nossa sombra ignoras,
Ao mundo passas a tua febre e pela cura nos cobras.
Não importa se pedes perdão, não somos Deus para to dar,
É tarde, a água subiu-te ao pescoço... Vamos-te afogar.
Diogo Alves
António Lobo Antunes
(1942 - 2026)
António Lobo Antunes, nome grande do panorama literário português, morreu hoje, aos 83 anos.
Com uma obra incontornável e traduzida em diversas línguas, este escritor deixa uma marca na nova literatura portuguesa.
Aqui fica um poema que apresenta uma vertente menos conhecida deste grande escritor.
Pachos na testa, terço na mão,
Uma botija, chá de limão,
Zaragatoas, vinho com mel,
Três aspirinas, creme na pele
Grito de medo, chamo a mulher.
Ai Lurdes que vou morrer.
Mede-me a febre, olha-me a goela,
Cala os miúdos, fecha a janela,
Não quero canja, nem a salada,
Ai Lurdes, Lurdes, não vales nada.
Se tu sonhasses como me sinto,
Já vejo a morte nunca te minto,
Já vejo o inferno, chamas, diabos,
Anjos estranhos, cornos e rabos,
Vejo demónios nas suas danças
Tigres sem listras, bodes sem tranças
Choros de coruja, risos de grilo
Ai Lurdes, Lurdes fica comigo
Não é o pingo de uma torneira,
Põe-me a Santinha à cabeceira,
Compõe-me a colcha,
Fala ao prior,
Pousa o Jesus no cobertor.
Chama o Doutor, passa a chamada,
Ai Lurdes, Lurdes nem dás por nada.
Faz-me tisana e pão de ló,
Não te levantes que fico só,
Aqui sozinho a apodrecer,
Ai Lurdes, Lurdes que vou morrer
António Lobo Antunes - Sátira aos HOMENS quando estão com gripe
in Letrinhas de Cantigas (canções) 2002
Escritas no feminino
Dia Internacional da Mulher
O Dia Internacional da Mulher celebra-se a 8 de março há mais de cem anos e pretende celebrar as conquistas que, ao longo de mais de um século, foram sendo conquistadas social, económica, cultural e politicamente falando. Mas esta celebração pretende, igualmente, apelar à ação, no sentido de se estabelecer a igualdade das mulheres em todo o globo, uma vez que as disparidades entre homens e mulheres continuam.
Neste ano de 2026, o tema oficial escolhido pela ONU é 2026: Direitos. Justiça. Ação. Para TODAS as Mulheres e Meninas.
Curiosidade
Sabia que o roxo, o verde e o branco são as cores que simbolizam o Dia Internacional das Mulheres?
O roxo significa a justiça e a dignidade. O verde simboliza a esperança. O branco representa a pureza, não deixando, contudo, de ser um conceito que gera, ainda, alguma controvérsia.
Estas cores Têm origem na União Política e Social das Mulheres (WSPU) fundada em 1908, no Reino Unido.
Os exames estão à porta...







