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28 janeiro 2026

Diversidade é força. NÃO à discriminação racial!

12:46 // by Biblioteca Escolar António Nobre // No comments

 Diversidade é força. NÃO à discriminação racial!




        Encontra-se patente, no átrio da Escola Secundária da Boa Nova - Leça da Palmeira, uma exposição de trabalhos realizados pelos alunos do 12.º H, turma de Artes, com a professora Anabela Paiva.

        Os trabalhos, subordinados ao tema "Diversidade é força. NÃO à discriminação racial!", foram realizados a pastel seco sobre papel de cenário.

        Esta exposição estará patente, a partir de 31 de janeiro e até 15 de março de 2026, no espaço Irene Vilar, no Museu Quinta de Santiago, em Leça da Palmeira.


        Visitem a exposição!
















NÃO à Discriminação Racial!


        Discriminação racial é qualquer segregação de um indivíduo com base na sua raça, ascendência, origem étnica ou nacional e/ou cor da pele e textura do cabelo.

        A discriminação nem sempre entra numa sala a gritar. Muitas vezes, senta-se num canto, observa em silêncio e age de forma quase invisível. Não é apenas o ato direto de excluir alguém, mas a soma de pequenos gestos que, repetidos, vão definindo quem pertence e quem fica na margem.

        Vemos discriminação quando certas vozes são interrompidas e outras nunca questionadas. Quando alguém precisa de provar o seu valor duas vezes, enquanto outros são automaticamente aceites. Está presente quando uma pessoa muda a forma de falar para ser levada a sério, quando escolhe uma roupa com mais cuidado do que devia ou quando aprende a ocupar menos espaço para não incomodar.

        Não é raro que a discriminação se esconda atrás de frases como “não foi por mal” ou “é só uma brincadeira”. Mas essas atitudes constroem muros invisíveis, que não se veem, mas sentem-se. Reconhecer a discriminação exige atenção ao que parece normal, porque é muitas vezes no quotidiano que se torna mais perigosa.

        Só ao questionarmos esses comportamentos silenciosos é que podemos começar a quebrar padrões e abrir espaço para uma convivência mais justa e consciente.



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